Image of the Grunenthal Logo
Image of the Montescano Pain School Logo
a minha dor… foi desenvolvido pela Grünenthal GmbH em colaboração com a Montescano Pain School

a minha dor...

Take a pain questionnaire by the My Pain Feels Like initiative

A sua dor é pessoal.
A sua dor é única.
A sua história é diferente.

Sofre com dor ou alguém próximo de si vive com dor? A dor tem impacto na sua vida diária? Não está sozinho. Um em cada cinco europeus sofre de dor crónica1, e isso tem de mudar.

A iniciativa "a minha dor..." visa melhorar a comunicação entre doentes e médicos. O “questionário sobre a minha dor" ajuda-o a descrever melhor a sua dor e vai ajudar o médico a diagnosticá-la.

Mais sobre a iniciativa "a minha dor …"[Read less]

A iniciativa "A MINHA DOR …"

Sabia que mais de 26 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de dor neuropática? Sabia que apenas 40 a 60% dos doentes conseguem um alívio adequado da dor? Muitos desses doentes têm dificuldade em descrever a sua dor de uma forma que permita aos médicos entender realmente a possível causa e o impacto nas suas vidas. Com efeito, um estudo realizado em 2014 revelou que os médicos sobrestimam ou subestimam a incapacidade associada à dor em 80% dos doentes.

Sim, leu bem: 80% dos doentes! Por isso, os doentes são envolvidos numa estratégia de tratamento de "tentativa e erro" que se pode prolongar durante meses ou mesmo anos. Entretanto, continuam a sofrer fisicamente, mas também emocionalmente, psicologicamente e socialmente. Isto soa-lhe familiar?

É este problema que a iniciativa “a minha dor...” pretende mudar.

O principal objetivo da iniciativa "a minha dor …" é melhorar a comunicação entre doentes e médicos. A iniciativa centra-se na dor neuropática (também chamada nevralgia), que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Um tipo comum de dor neuropática é a dor neuropática localizada (também chamada nevralgia localizada). O problema é que os doentes tendem a descrever as suas experiências individuais de dor de formas relativamente pictográficas: “a minha dor é como a erupção de um vulcão”, “a minha dor é como um ferro em brasa” ou “a minha dor é como uma faca a cortar”. E muitas vezes os médicos não associam estas explicações à dor neuropática localizada, porque aprendem a descrever os sintomas como “queimadura”, “facada” ou “pontada”. Este desfasamento de linguagem gera mal-entendidos que podem conduzir a uma estratégia de tratamento de “tentativa e erro” ineficiente.

O "QUESTIONÁRIO SOBRE A MINHA DOR"

Esta iniciativa permite que os doentes descrevam a sua dor crónica de forma muito detalhada, através do “questionário sobre a minha dor". Como funciona? A pessoas investem mais tempo e pensam mais rigorosamente sobre os sintomas, descrevendo-os de forma mais precisa e preparando melhor a consulta com o médico. Desta forma, o doente é motivado a reconsiderar a sua dor crónica e as diferentes formas como a sente. Isto aumenta a autoconsciência, permite comunicar o problema de forma mais eficaz e ajuda a aproveitar melhor o pouco tempo que, normalmente, tem uma consulta médica.

A EXPERIÊNCIA DA "CAIXA DA DOR"

Outra componente da iniciativa "a minha dor…" é a chamada "caixa da dor", uma experiência psicofísica em que as pessoas podem experimentar os sintomas da dor neuropática localizada. A "caixa da dor" foi desenvolvida pela Montescano Pain School, em Itália, para explicar aos médicos as sensações da dor neuropática localizada, melhorando a empatia e a compreensão relativamente aos doentes. O participante coloca o braço dentro de uma caixa e são simulados sintomas de dor neuropática localizada no seu antebraço. Em seguida, o participante descreve a sensação. Esta experiência permite que os médicos entendam melhor a forma como os doentes descrevem os sintomas e sintam a dor neuropática localizada da mesma forma. A apresentação desta experiência em eventos internacionais (p. ex. congressos sobre a dor) ajuda ainda a aumentar a sensibilização relativamente ao que significa a dor neuropática para os doentes.

Por isso, dê o primeiro passo! Navegue pelo site, preencha o “questionário sobre a minha dor" e fale com o seu médico sobre o tratamento da dor crónica.